São dois ramos que parecem bem diferentes, o vime e o matelassè. Mas seus produtos finais são — na sua maioria — utilidades domésticas. E, como são de preços razoáveis, pequenas bandejas, jogos americanos, têm bastante saída. O bom deste ramo é que por enquanto poucas pessoas se dedicam a ele. Você gostaria de experimentar?

O matelassè e o vime nunca saem de moda e podem ser bons negócios. Com o primeiro, pode-se fazer jogos

americanos, bolsas de todos os tamanhos para guardar maquiagem e afins, entre outras coisas. Que tal uma pequena fábrica?

Antes de abrir a firma propriamente dita, você deve comprar no mínimo duas máquinas industriais de costura. Talvez seja o caso de ter uma sócia, que pode ser uma amiga interessada no ramo, e assim vocês dividem os gastos. Contrate o serviço de costureiras autónomas. Eas normalmente trabalham por dia.

Os clientes interessados em artigos de matelassè são geralmente lojas de moveis e decoração. É bom, antes de oferecer, ter um bom leque e uma boa quantidade de produtos. Com vime, as peças podem ser compradas prontas, ou você mesma pode desenhá-las e mandar fazer com vimeiros. Bandejas e cestos para pães têm muita saída, e se o seu produto for diferenciado, sua produção terá de aer a todo vapor.

A economista Edma Soeli Maciel, trabalhou em um banco doze anos. Depois largou tudo para dedicar-se ao vime e ao matelassè, Ela iniciou seu negócio como hobby, mas logo percebeu que valia a pena ir em frente e ser mais profissional. As dicas de Edma — que hoje está muito bem de vida com o seu negócio — para quem quiser entrar nesse ramo: ter bastante disposição para trabalhar; ter objetivos muito claros; e gostar do que faz!

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